poema do transitório


cruzes na beira da estrada.
a vegetação avermelhada das chamas de outrora.
florestas vazias, sem o som de vidas presentes.
uma estrada silenciosa
sobrevoada por urubus.
vastidão sem sentido, travestida
de uma paz aparente e inexistente.


k.c.
08/12/2018

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